06-06-2011 às 20:59 Avisos @ 1571 palavras

E mais uma vez o McFLY esteve em São Paulo para realizar o seu 5° show na cidade. Como não poderia faltar, a nossa equipe também estava presente e preparou um super relato para vocês! Confira logo abaixo:

Subir/Descer a Serra ou pegar um fretado, era o único jeito para nossa equipe chegar ao local do show do dia 23/05.

Numa van de Santos para São Paulo, dois integrantes do McFLY Addiction chegaram na tarde do dia 22 ao HSBC Brasil, e a fila já beirava 150 pessoas. Primeiro show do McFLY em São Paulo sempre tem muita gente acampando! Nossos nomes foram colocados na lista e logo depois, equipada com 50 ecobags e alguns quitutes para passar a madrugada, a terceira pessoa de nossa equipe, diretamente de São Bernardo do Campo, chegou.

Fomos ao Hilton Hotel tentar encontrá-los. Chegamos antes mesmo do McFLY. Enquanto esperávamos os meninos, que não desceram, conversamos com o tecladista Isaac e com o produtor Tommy. Ambos ficaram felizes em ver pessoas de nossa equipe presentes e nos elogiaram, agradecendo em seguida por todo o apoio que damos à banda. Depois de uma tentativa frustrada, porém divertida, de ver a banda no hotel, nossa equipe se juntou com o restante do pessoal de Santos e para, quem sabe, dormir.

Algumas baratas mortas (nossa sorte foi que um dos dois meninos da equipe estava com a gente!) e muito frio, cantar músicas de Glee e se aquecer no posto ao lado da casa de show foi a única solução, pelo menos até o sol aparecer. Este, porém, se tornou bem inconveniente, e já perto das 10h da manhã, ninguém mais agüentava o calor. Tudo pelo McFLY não é mesmo?

Logo pela manhã começamos a vender as ecobags, que foram um enorme sucesso. Conhecemos muitas pessoas queridas, que elogiaram o site e até pediram foto com a nossa equipe. Dever cumprido, hora de descansar um pouco.

Muito se falava do Meet & Greet, do que poderia ou não fazer e de como seria a entrada. Grande parte dos Pioneiros, que tinham somente os emails em mãos, pois não receberam suas carteirinhas, já começavam a ficar preocupados. As filas foram separadas e os rumores de que separariam os Pioneiros por “com carteirinha” e “sem carteirinha” já intrigavam (e preocupavam!) a todos. O pessoal, que até então não tinha conhecimento do que estava na sessão “News” da Super City, começou a mandar email para escolher o M&G do dia 23 ali na fila mesmo, pelo celular, e depois de outro rumor de que não atenderiam à todos, uma confusão de fura-filas começou a se formar.

Alguns covers apareceram por lá, distraíram a galera e a tensão diminuiu um pouco, mas não o suficiente. O problema mesmo começou quando a primeira Pioneira da fila, que acampava há 10 dias, foi barrada por não ter a carteirinha e saiu aos prantos. A confusão estava formada.

Nossa equipe estava logo no começo, dois com carteirinha, um com email. A fila começou a andar e, no final das contas, o cara da Super City olhou tudo tão rápido, que podia ter qualquer coisa escrita ali e pareceu não precisar ter mandado email nenhum escolhendo aquele dia. Nem ao menos a meia entrada foi conferida! Correria, pulseira, carimbo e seguem as instruções: ‘Não pode pegar autografo, não pode beijar, pode abraçar e o fotografo profissional tirará a foto em grupo; se insistirem em pedir autógrafo serão retirados do local pelos seguranças’.

Chegou a vez do nosso grupo entrar na sala. Logo de cara, o empresário da banda nos reconheceu e não perdeu a chance de revidar as brincadeiras que fizemos com ele na noite anterior.

Demonstrando toda sua autoridade, ordenou enquanto ria: McFLY Addiction stay on the line (McflyAddiction fiquem na fila!)!

Lá estavam eles: Danny, Dougie, Harry e Tom. Exatamente nesta ordem. Algumas meninas de Santos puxaram a fila e a falar com eles. Mariana, a primeira de nossa equipe, já chegou anunciando que tinha McFLY Addiction na área. Eles se dividiam entre preocupação e alegria, querendo saber como tínhamos passado o dia, como estávamos, se estava tudo bem, enquanto sorriam e agradeciam por tudo. Ainda falando das meninas de Santos, uma delas estava com um pôster “tamanho real” do Danny. A idéia era que ele autografasse, mas de acordo com as proibições, ela apenas mostrou um pequeno pedaço ao músico. Todo mundo sabe que Danny Jones gosta de aprontar um pouco, né? Ele abriu o pôster, colocou no chão e começou a fazer uma cena de amor com ele mesmo ali, no meio de todo mundo. Tom não perdeu a chance e chegou insinuando chutes na cara do coitado do pôster. Tudo isso devidamente gravado pelo cinegrafista da Super City (esperamos que apareça no site, pois foi realmente engraçado!).

Dougie, ao ver mais gente da nossa equipe, abriu um grande sorriso, apontou para as camisetas e disse um carinhoso ‘Hey, hey Mcfly Addiction!’. Ele e Tom ficaram surpresos ao ver um menino conosco e até perguntaram se era do mesmo site. Todo mundo esmagado na hora da foto, sinais de aprovação, abraços bem apertados, elogios ao site e “Hi 5” de longe enquanto o segurança puxava a gente pra fora dali? Sim, tivemos tudo isso ;)

Muito choro e interurbanos para o restante da equipe depois, os portões abriram. Pioneiros entraram antes sim, não na mesma ordem do Meet & Greet, mas isso já foi desorganização da casa. O show da banda Cine começou quando a casa ainda não estava completamente cheia. Os meninos levaram bem, e até arriscaram alguns pedaços de músicas do McFLY, que foi bem recebido pelo publico.

Pouco tempo para o McFLY entrar no palco e muitas pessoas já haviam passado mal. O empurra-empurra na grade estava grande. Nossa equipe ficou do lado esquerdo do palco, bem no canto e até que passamos um show tranqüilo, na medida do possível.
Com pouquíssimos minutos de atraso, o show começou com a badalada Party Girl e, bem… daí em diante vocês já conhecem a história.

O publico acompanhou fielmente todos os hits, de Room On The Third Floor a Above The Noise, de 5 Colours in Her Hair à Shine a Light. Point Of View acústico, Falling in Love e The Heart Never Lies foram algumas das músicas que fizeram o HSBC Brasil todo se debulhar em lágrimas. Os músicos retribuíam sempre com obrigados, gestos de carinho, sorrisos. Até mesmo um “you just got to be Brazilian and sometimes that’s hard” (sabemos disso!) em Smile, o que foi super fofo.

Danny interagia com o público, com suas caras, bocas e vozeirão, levando as meninas ao delírio. Dougie indo de um lado ao outro, primeiro com uma camisa social e depois de regata, falou muita abobrinha e até “pregou”, fazendo o HSBC inteiro gritar alguns ‘Hallelluijah’, imitar animais e, bem se casando com todas as fãs presentes. A celebração ficou por conta de Harry, que fez Dougie prometer ser fiel, amar, respeitar e fazer amor com todas nós. Tom encantou a o público com seus pequenos truques, mostrando os braços e até a cueca em Star Girl. Harry pegou o microfone uma vez, falou pouco e bonito.

Pedidos forte para que tocassem Too Close for Comfort, eles apareceram, mas como vimos, só foi atendido um dia depois. O show, como todos os outros, acabou com um gostinho de quero mais. Muitos Pioneiros ficaram para trás, mas foram atendidos depois da apresentação.

Nos despedimos rápido, na medida do possível, e cada um foi para o conforto de seu lar, dormir em sua cama depois de um dia inteiro na calçada. Se ficamos bravos com a desorganização do meeting? Se queríamos mais tempo com o McFLY? Lógico que sim! Mas, sabem de uma coisa? Agora temos um pouco mais do que tínhamos antes, então para quê tristeza? ;)

“Just remember to smile, smile, smile and turn the world around!”

(Texto escrito por Jiska e Mariana Pereira)

If U C Kate

I Need a Woman

Star Girl

Público pedindo TCFC + Falling In Love

Fotos do show:



às 20:08 Avisos @ 1483 palavras

O show do Rio de Janeiro, que aconteceu no dia 22/05, foi realizado na HSBC Arena. Para conferir o relato da equipe do McFLY Addiction presente neste dia, leia abaixo:

Cheguei por volta de 14h15 na HSBC Arena e logo avistei a longa fila dos fãs ‘normais’. Liguei para a Babi, nos encontramos e já começamos a vender as ecobags do Addiction. Enquanto percorríamos a fila, vimos muitos ambulantes vendendo camisas, arcos com laços que acendem, os chifrinhos que também acendem, faixas e a grande novidade desse ano que fez muito sucesso, os colares com pingentes com o nome de cada um dos McGuys. Vimos muitas fãs usando esses colares.

Fomos conversar com o primeiro grupo para a pista premier e nos contaram que estavam há 2 semanas acampados lá (confira o vídeo do depoimento abaixo). Todos estavam ansiosos, mas tranqüilos e o clima ajudou com raios de sol depois de dias de chuva, só o forte vento incomodava um pouco. Enquanto vendíamos as ecobags, conversávamos com os fãs e aproveito para agradecer todo o carinho de vocês pelo site. Ficamos muito felizes ao escutar que visitam o McFly Addiction diariamente e que gostam do nosso trabalho.

Demos a volta na Arena para chegar na fila de pioneiros. Era bem escondida, mas pelo menos era distante da normal, sem chances de uma misturar com a outra.

Percorri a fila vendendo as ecobags (obrigada a todos que compraram e ajudaram o Addiction!) e procurando rostos conhecidos. Encontrei fãs muito queridos, inclusive a garota que me ajudou a comprar o ingresso (lembram da confusão da pré-venda?).

A Babi ficou esperando a liberação da credencial dela enquanto eu como todos os fãs, fiquei tensa na fila, esperando liberarem a entrada para o Meet & Greet. O tempo foi passando e pais e mães começaram a reclamar de pessoas que chegavam e furavam a fila. Além disso, carros passavam em alta velocidade pela rua, o que ocasionou até um papo de chamarem a polícia.

Chegaram a avisar que somente quem tivesse o email com nome poderia entrar, mas acabou que todos que estavam com carteirinha ou email entraram. Entrando no estacionamento, havia outra fila, mais organizada. Mais um bom tempo esperando e o empresário da banda aparece para pedir desculpas já que a casa de show liberou a entrada dos fãs ‘normais’ antes dos pioneiros (podíamos vê-los subindo a rampa) e que ia tentar parar por um tempo.

Finalmente a fila começou a andar e os primeiros grupos entraram na HSBC Arena. A entrada para o M&G foi de 10 em 10 e as regras eram: “não pode beijá-los e não vão autografar nada, abraço está liberado”.
Uma das garotas que esta perto de mim na fila, cantava Smile com uma voz diferente e engraçada. Ela pediu nossa ajuda para fazer o acompanhamento quando estivéssemos com eles.

Fui a primeira do meu grupo de 10, sendo que eu só conhecia UMA pessoa, a Carol. Vou admitir (e creio que muitos passaram e sentiram o mesmo que eu) que não foi legal ter na minha foto com o McFly várias pessoas desconhecidas.

Enquanto esperávamos para entrar na sala, um funcionário nos contou que o vôo deles de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro atrasou e isso causou a grande confusão (atraso do M&G e os não-pioneiros terem entrado antes).

Entramos na sala e o empresário deles (Tommy) parou na minha frente. Conversei rapidamente com ele e ganhei um abração. Eu e a Carol brincamos com o fato dele ter aprendido a falar “fila indiana” em português.

Chegou a vez do nosso grupo e o primeiro McFly foi o Tom. Foi a primeira vez que encontrei a banda cara-a-cara, antes só tinha visto nos shows mesmo, eles no palco e eu no meio do povão. A sensação de finalmente estar pertinho deles foi ótima.

Falei que sou do McFly Addiction para o Tom, entreguei as ecobags (com canecas temáticas do Brasil) e todo meu papo com ele foi explicando que era para darem de presente para a mãe, irmã ou namorada (no caso dele, para a Gio). Ele ficou feliz e não tive tempo de falar mais alguma coisa, logo fui pro Harry. Com ele foi mais rápido ainda, ele disse um “oooww, McFly Addiction!” e fiquei só nisso e no abraço.

Entre o Harry e o Dougie, eu estava entrando no momento de choque, lembro de ter falado um “we´re everywhere” (estamos em todos os lugares) e acho que foi o Dougie quem falou “everywhere in the world” (todos os lugares do mundo) , aí eu falei “aaah no, only in Brazil” (não, somente no Brasil).

O Dougie é meu favorito e depois do abraço, paralisei. Minha mente ficou em branco, não sabia o que falar. Foi aí que ele começou a dançar. Sim, isso mesmo e ainda falou um “olhe a minha dança” e eu respondi com um “a dança do robô” e comecei a imitá-lo. Queria tanto ter falado mais alguma coisa, mas meus nervos não deixaram.

Por último estava o Danny e pude ver os efeitos do cansaço nele, como eu queria ficar do lado do Dougie na foto, acabei fazendo uma reclamação pro Danny (devia ter feito pro Harry ou Tom). Ele, que já não estava em um bom dia e humor, respondeu friamente.

Na hora da foto ocorreu uma coisa engraçada. Uma fã se enfiou entre eu e o Dougie. Vi uma mão fazendo o “v” de vitória na minha frente e pensei que era dela. Fiquei com raiva e tentei tirar e percebi que o Dougie olhou pro lado. Tenho que dizer que fiquei com muito ódio da garota até ver a foto e perceber que a mão na verdade era do Dougie! Isso garantiu muitas risadas nos emails da equipe do Addiction.

Lembram da garota que cantava Smile com a voz estranha na fila? Ela conseguiu cantar lá no M&G e todo mundo parou! Os garotos riram muito e o cinegrafista até filmou esse momento. Espero que disponibilizem na Super City.

Quando fomos para o nosso setor, como já era de se esperar, estava bem cheio. Como eu já não esperava ficar na grade, não me importei muito. Várias pessoas que estavam na frente passaram mal e um funcionário subiu 3 vezes ao palco pare pedir que o pessoal chegasse mais para trás porque estavam esmagando quem estava na grade. Infelizmente não funcionou.

Não teve banda de abertura e depois do vídeo sobre a Super City, começou o terceiro show do McFly no Rio de Janeiro. Na minha opinião esse foi de longe o melhor dos três shows. O Danny se animou, Dougie estava ATACADO (me perguntei o que deram pra esse menino) e o Tom realmente estavam se divertindo. Quanto ao Harry, confinado a sua bateria, teve seu momento de estrela no final do show ao responder o que mais gostava do Brasil.

O ápice do show foi quando jogaram óculos iguais aos usados pelo Harry Potter no palco. O Tom pegou, colocou e pegou uma baqueta do Harry emprestada para usar como varinha. Também usou a guitarra como vassoura. Muitos risos do público, o Tom nem conseguiu cantar o começo de “Smile” pela primeira vez porque ainda estava rindo do “Tom Potter”. Só na segunda tentativa é que o show continuou.

A setlist foi a menor, sem nenhuma músiquinnha a mais. Fiquei triste depois, principalmente quando eles tocaram o medley das antigas em Porto Alegre.

E o que é The Heart Never Lies ao vivo? Ouví-la e cantar junto, abraçada com amigos, foi sensacional. Um momento inesquecível.
Espero que o McFly volte logo para o Brasil, essa turnê renovou a vontade da equipe do site e também nosso amor pelos 4 ingleses.

(Texto escrito por Maya Moura)

Confira abaixo pedaços do show e vídeos da fila:

Fotos da fila:



03-06-2011 às 09:46 Avisos @ 84 palavras

Foram disponibilizados alguns vídeos do show de BH, que aconteceu no dia 20/05. Os mesmos foram gravados por Belissa Marchi.

Chequem abaixo:

I Need A Woman

If U C Kate

Falling In Love